Crise Energética: dicas para o síndico preparar o condomínio

O Brasil tem enfrentado, nos últimos anos, altas no valor da tarifa de energia elétrica devido uma crise energética que tem se instalado e impactado negativamente a vida de muitas famílias, empresas e até mesmo condomínios. Em 2001, o Brasil enfrentou uma das piores crises energéticas de sua história, este período foi marcado por blecautes programados pelo governo federal, proibição de eventos noturnos como shows e partidas de futebol, bem como de uma mudança na forma de consumir energia, por parte de famílias e empresas que passaram a trocar lâmpadas e equipamentos por outros mais eficientes e de baixo consumo. Infelizmente, essa situação tem se repetido nos dias de hoje, dando-se a importância de todos se programarem, tomando medidas preventivas.


O condomínio pode enfrentar a crise energética

Os condomínios também devem se prevenir diante da atual situação. Há uma série de medidas para deixar o condomínio pronto, cabe aos síndico se preparar para lidar com as possíveis crises de energia. Ele deve se dedicar para evitar apagões e estimular os moradores a gastarem energia elétrica de forma econômica e consciente, pois os custos de eletricidade são algo que todos nós desejamos minimizar, afinal de contas, ninguém deseja receber uma conta de luz cara, não é mesmo? Ainda mais quando nos deparamos com alertas sobre tal ocorrido. Por isso, é de extrema importância que o condomínio esteja pronto para não ser pego de surpresa, colocando os moradores em situação de risco.





O síndico pode se preparar para que o condomínio enfrente a crise energética de maneira adequada, adotando e se atentando aos seguintes pontos:


  1. Contando com a tecnologia e equipamentos durante as quedas de energia, como gerador e nobreak;

  2. Criando um plano de contingência para apagões;

  3. Escolhendo fornecedores que poderão dar um atendimento mais ágil, como por exemplo, optando por onde a localização seja mais fácil até onde está o condomínio;

  4. Compreendendo como funciona a portaria remota;

  5. Contratando fornecedores confiáveis e que possam atender o condomínio em situações de "emergência", como: profissionais da área de manutenção e abastecimento;

  6. Deixando placas de aviso na portaria, escadas, corredores, elevadores e áreas comuns sobre possíveis apagões, incentivando aos condôminos a se programarem caso ocorra tais incidentes;

  7. Oferecendo treinamento operacional para todos os funcionários do condomínio;

  8. Realizando a instalação de sensores de presença nos corredores, elevadores, garagens e áreas comuns;

  9. Trazendo essa pauta para as discussões em assembleias, mostrando o planejamento e medidas que o condomínio adotará;

  10. Apresentando aos moradores medidas que geram resultados, mesmo que pequenas, como por exemplo, mostrar quais equipamentos mais consomem energia em um condomínio: Bombas de água; Elevadores; Iluminação; Refrigeração.


Cada síndico deve avaliar o contexto atual e como o condomínio pode enfrentar a crise energética com uma ou mais ações como estas. Algumas medidas podem mostrar um efeito mais imediato que outras, por isso, cabe ao síndico avaliar e a partir disto, implementar de maneira assertiva.


Esperamos que tenham gostado do conteúdo e que ele possa ajudar a preparar o seu condomínio para a crise energética. Continue nos acompanhando nas aqui no Blog e nas Redes Sociais!